sábado, 18 de abril de 2009

a sapateira




olhei para a sapateira abarroada de sapatos, sandálias, tênis, chinelos...
- assim não dá! foram cinco minutos.
foram dois sacos cheios e não fez diferença nenhuma,
continua cheia de possiblidades.
tirei os sapatos de gente que eu não vou “ser” mesmo, nem ser mais e nem de jeito nenhum.
não fez falta nenhuma,
ficou só mais arejada – a sapateira e eu.



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4 comentários:

anna disse...

incrível quando se faz a limpa e o que sobra é a gente mesmo!

GUGA ALAYON disse...

parabéns. Com roupa eu acho fácil. problema é o RESTO da traquitana.
bj

disse...

anna, pensei mesmo em você enquanto fazia o "serviço"!

beijo

disse...

também acho guga! o resto das tranqueiras, principalmente as descabidas e inúteis, guardo todas!
a mim parece uma missão ampará-las em sua desconexão!