Instrumentos de ver , maneiras de ver, amplitude de visão...
Era uma questão presente na época que comecei a fazer este novo objeto, tamanho era envolvimento que a coisa saiu grande. Não foi intencional, quer dizer, não parti disso, o tamanho foi sendo, os arames se escolheram grandes e quando a estrutura ficou pronta, percebi que seria um desfio de corpo inteiro. E assim foi acontecendo, comecei a derme de espuma e surgiu a questão de como revestir o interior, percebi que se fechasse não teria como trabalhar por dentro depois. Então a derme e a membrana interna foram sendo construidas simultaneamente, macias e nervuradas. Por fim, a costura externa da pele fria da lycra.
Chamei a peça de através.
O curioso aconteceu quando convidei alguns amigos para virem conhecer.
Não sei muito bem como foi que aquilo aconteceu, mas quando vi um curioso ritual acontecia. Um de cada vez, mergulhava de cabeça por um lado e pelo outro era fotografado!
Rio Negro
Há 2 anos
9 comentários:
era irresistível!
Viu? Todo mundo gosta de um buraquinho. Foi mesmo irresistível!
Ah! ninguém escapou de passar pelo buraco!
Acabei de ver no meus backups a seqüência de fotos que a lúcia tirou enquanto descobria a grande mãe.
ora, ora, monah, que prazer!
grande parte das fotos daquela noite são de sua autoria, acho que as de dentro são suas e da mj e as de fora são da franka...
franka, pelos meus registros, você só conseguiu espalmar a mão lá dentro...
veja aí!
mj, acho que foi você que começou com isso tudo!
nome perfeito!
ou ainda misturando os dois:
"Atra-viés, a Gde Mãe"
ahahah, guga
ou ainda: o viés da gde mãe!
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